Quando se encontram
nada escondem.
Se beijam,
como se não houvesse ontem.
Esta maníaca só olha
e entre lágrimas escondidas
se molha!
Abre antiga ferida,
exige o ombro que perdeu.
E mesmo ofendida,
lembra que foi por erro seu.
Joga tudo no papel,
rasgando-o depois.
veste o véu,
como começando vida a dois.
Vestida, ela
encontra última companheira,
janela.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
22 versos
O amor só acontece uma vez,
pelo menos a fantasia,
do que se diria
sua existência .
São olhares programados,
falas decoradas...
Corações enganados
mostram-se, não apenas cegos,
como surdos também!
A imaginação flui,
iludi sobre tudo!
E o descuido aparece,
grita quando deveria ser mudo.
Prefiro a carne,
sincera,
sem meias palavras!
Quando dói, dói.
E se excita, transcende.
Romance é Quimera,
desejo é pedra!
Farisaico é o amor,
já paixão é ardor.
pelo menos a fantasia,
do que se diria
sua existência .
São olhares programados,
falas decoradas...
Corações enganados
mostram-se, não apenas cegos,
como surdos também!
A imaginação flui,
iludi sobre tudo!
E o descuido aparece,
grita quando deveria ser mudo.
Prefiro a carne,
sincera,
sem meias palavras!
Quando dói, dói.
E se excita, transcende.
Romance é Quimera,
desejo é pedra!
Farisaico é o amor,
já paixão é ardor.
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